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Dicas E Tutoriais


O "Turismo" prepara uma seleção de dicas, novidades e eventos todas as semana. Para cooperar, envie e-mail pra turismo@grupofolha.com.br. Seguindo a tendência de agências de viagem que apostam no chamado "turismo de experiência", a página Minha Viagem em Paris passou a oferecer pacotes pra viajantes brasileiros na capital francesa. O serviço é ligado ao Conexão Paris, blog de viagem mantido por uma brasileira que mora pela cidade. Pelo Minha Viagem em Paris é possível escolher um passeio noturno de bicicleta pela cidade, degustar vinhos e queijos com um especialista ou ir a pé por bairros menos famosos. Da mesma forma nas demasiado agências que oferecem opções "de experiência", os preços conseguem ser salgados.


Entretanto, no governo Kirchner a corrupção ficou mais sofisticada, não apenas com os pedidos de comissões, entretanto assim como com participação nos negócios”, explica. Os 5 dedos de Néstor Kirchner. 535 milhões dos fundos provinciais para o exterior. Com o dinheiro fora do país, a província salvou-se do “corralito” (confisco bancário) de 2001 e a recessão financeira de 2002. Kirchner prometeu que, quando fosse eleito presidente, o dinheiro voltaria ao estado.


Um bilhão em juros sobre o assunto os quais nada se fala e que não voltaram ao povo. Caso Skanska (2005): Escândalo que envolve empreiteiras argentinas e estrangeiras, entre elas a sueca Skanska, no superfaturamento das obras de 2 mega-gasodutos no sul e norte da Argentina. O principal suspeito do affaire é o Ministro do Planejamento Julio De Vido. Trem-bala (2006): A Oposição acusa os Kirchners de graves irregularidades no contrato que o governo assinou com a corporação francesa Alstom para a construção do controvertido trem-bala argentino.

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O governo dizia que o custo da obra seria de 2,cinco bilhões de euros. No entanto, a oposição afirmava que os contratos, da forma como foram montados, implicariam em um gasto três vezes superior ao orçamento oficial. O projeto foi em seguida suspenso. “Caso da Mala” (2007): Provável envio de fundos de Chávez para a campanha eleitoral de Cristina Kirchner em 2007 dentro de um avião da estatal venezuelana PDVSA.


5 milhões. Fração do dinheiro foi achado na polícia alfandegária no Aeroporto Jorge Newbery. Enriquecimento ilícito (desde 2008): A oposição, advogados independentes e a mídia acusam os Kirchners de enriquecimento ilícito. Eles comprovam que o progresso de mais de 1.000% do patrimônio presidencial desde 2003 não tem justificativas contábeis lógicas.


A presidente Cristina argumenta que seu enriquecimento tem que-se aos investimentos em imóveis o evento de ter sido “uma advogada de sucesso”. O octogenário senador Carlos Menem, ex-presidente, é cumprimentado cálidamente em 2011 pelo líder do bloco kirchnerista no Senado, o kirchnerista Miguel Ángel Pichetto. Menem deixou de ser “arqui-inimigo” e transformou-se em enfático aliado do governo da presidente Cristina. Menem foi reeleito pro senado com respaldo dos kirchneristas da província de La Rioja. Nos últimos anos, em imensas ocasiões, Menem afirmou que a política da presidente Cristina “está mais do que certa”. Dos presidentes eleitos desde a volta da democracia argentina, em 1983, apenas Raúl Alfonsín (1983-89) não foi considerado suspeito de casos de corrupção.


Não obstante, seus sucessores Carlos Menem (1989-99), Fernando De la Rúa (1999-2001), Néstor Kirchner (2003-2007) e Cristina Kirchner foram denunciados por suspeitas de irregularidades, desvios de fundos, ações incompatíveis com o dever de funcionários públicos e enriquecimento ilícito. 180 milhões ao Estado argentino. Apesar da condenação o ex-presidente não iria à prisão de modo imediata, em razão de Menem, de oitenta e três anos, é senador pela província de La Rioja e conta com imunidade parlamentar. Pra ser preso, mesmo em prisão domiciliária (devido à tua idade), teria que ser removido de teu cargo pelo Senado, onde a oposição deseja tua prisão.


No entanto, a maioria kirchnerista não permitiria a suspensão da imunidade, em razão de Menem foi um aliado fiel da presidente Cristina desde 2009, favorecendo o governo nas votações. 5 milhões para aprovar a lei, ignorada pelos sindicatos. O escândalo levou o assim sendo vice-presidente Carlos Alvarez à renúncia, indignado com a ausência de esclarecimentos a respeito do caso. A promotoria havia exigido 6 anos de prisão para De la Rúa. Mas, no ano anterior, o ex-presidente foi absolvido pelo tribunal. Do lado esquerdo da imagem acima, o vice-presidente Amado Boudou, suspeito de caso de corrupção envolvendo gráfica terceirizada para imprimir dinheiro.

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